segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Releitura - Propaganda antiga

Tudo começou nos anos 40, com os memoráveis anúncios do Fusca e da Kombi, que, desde o princípio, fortaleceram a imagem da marca de proximidade com o cliente e de confiabilidade de seus produtos. Nos primeiros anúncios da Volkswagen, o valor de revenda, a adequação às estradas brasileiras e as características da mecânica do carro também ganhavam destaque: "Aplique num negócio que não quebra", "Mais carro por Cr$", "Um carro que você pode vender a um amigo sem perder o amigo" e "É por caminhos tortuosos que você acaba escolhendo o carro certo".



Por: André Sabino, Gabriela Guimarães, Jaderson Rodrigues, Márcio Rodrigues e Nathalia Leal

Receita de composição de N1 - nota 1 + nota 2 : 2 + 1,0

Postagens a serem avaliadas - trazer impressas na próxima aula (prova)
Nota 1 = postagens individuais ou duplas valendo 4 pontos:
+ Trabalho em grupo  para exposição = até 6,0 pontos
Nota 2 = prova individual valendo 10 pontos
faça a soma e divida por 2 = ao resultado

adicione a resenha de revisão sobre imperialismo cultural - até 1,0 ponto extra

Exercício de Revisão para a Avaliação valendo até 1 ponto extra

EXTRA, EXTRA
Estude todos os materiais postados o email do blog e faça uma resenha de no mínimo 20 linhas sobre o tema: O IMPERIALISMO CULTURAL E A PUBLICIDADE NO BRASIL. Não esqueça de mencionar a forma como a publicidade se instaurou no Brasil, contando um pouco dessa história e mencione a relação cultural, ok, Desta forma estará estudando muito e fará uma excelente avaliação. #Ficaadica.


Aula Revisão de N1

Pesso@l,
hoje faremos a revisão do nosso conteúdo e receberei o material do nosso primeiro trabalho da exposição.
Importante:
- faça todas as postagens solicitadas, ainda dá tempo.
- Postarei o material para estudo no email ppfasam201402@gmail.com. - peguem lá
- Estudem também pelas postagens suas e de seus colegas
Imprima todas as postagens que forem suas e entregue no dia da prova, ok
Lembrando: A prova escrita valerá 10 pontos
Os trabalhos: postagens + trabalho em grupo valerá 10 pontos
A média será formada a partir das 2 notas dividido por 2




Magnésia Leitosa de Orlando Rangel













Aluna: Débora Oliveira

Anuncio Inusitado


No Brasil, suas rotas de aventuras começaram pelo Rio de Janeiro, onde chegou como fugitivo da justiça, segundo palavras de Peter Lund a Eugen Warming(3), quando ambos trabalhavam em Lagoa Santa. Nos primeiros dias, conseguiu se empregar como soldado raso e, depois, trabalhou como vendedor ambulante. Durante a guerra do Brasil com a Argentina prestou serviços como espião. Suas ações prosseguiram, sobretudo, em Minas Gerais. Ali, fixou-se na região de Ouro Preto, exatamente na vila de Cachoeira do Campo, onde foi comerciante. Entre os anos de 1829-1830, ganhou um bom dinheiro com o comércio de escravos. Em 1831, fez no jornal “O Universal”, uma oferta de venda de tecidos em varejo e atacado, o que denota que possuía um negócio de expressivo vulto.
Post - Cachoeira do CampoNo inicio do século XIX, o personagem chegou ao Brasil, no Rio de Janeiro, em busca da fortuna. Apresentava-se como Peter Claussen e, de tanto lhe perguntarem “Peter, o quê?”, em certo momento, decidiu facilitar as coisas, mudando tudo radicalmente. Passou então a se identificar, eventualmente e segundo as conveniências, como Pedro Claudio Dinamarquez, embora não coubesse a tradução Claudio no lugar de Claussen, pois apenas soava semelhante.
Desse modo, de tanto lidar com ossos, fingiu-se de arqueólogo, e, de tanto procurar minerais, fantasiou-se de geólogo. E se aventurava nas ciências naturais, de modo geral. A partir daí, devido à sua personalidade impetuosa e boa lábia de comerciante, conseguiu vender a imagem de cientista, chegando a ser sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro(4). Suas atividades comerciais sempre foram muito conflituosas, tanto na Europa quanto no Brasil, frequentemente gerando polêmicas, fracassos nos negócios e também embates na justiça. Aliás, é por demais sabido que as relações com seu conterrâneo, o famoso naturalista e paleontólogo Peter Lund, azedaram desde os primeiros momentos quando se conheceram.

Aluna: Débora Oliveira

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Jingle - Sabonetes Lifeboy

Uma das mais antigas marcas de sabonete do mundo. Chegou ao Brasil nos anos 40.
Os anúncios do Lifebuoy fizeram história por sua abordagem direta: garantia que acabava com o mau cheiro do corpo. Essa expressão era tradução de "BODY ODOR" usada maciçamente nas propagandas do produto nos Estados Unidos. A ênfase dada nas campanhas publicitárias levou à popularização do termo "C.C." como dificultador do sucesso das pessoas (que o sabonete combatia com "seu poder anti-séptico e bactericida"). "Só o Lifebuoy elimina completamente o cheiro de corpo" (precisava ser tão direto assim?).
A coisa pegou tanto que esse termo (CECÊ) até "entrou" nos dicionários (como "ELEPÊ" para os antigos discos "LP"). Lá está ele como sinônimo de cheiro de corpo e fedor de suor. Tudo por causa das propagandas do Lifebuoy. Uma ação tão objetiva assim, hoje, possivelmente "queimaria" o produto. Em todo caso, esse sabonete era sucesso entre brasileiros e americanos.
 
 
 
 
Aluno: Olívio Costa